segunda-feira, 6 de julho de 2009

Tailin, meu ser, meu querer.


Tailin,

Tantas palavras me trazes com os teus cabelos a luz da lua, tantas outras me tiras com o teu olhar.
O tocar dos teus dedos na minha face deixam marcas de vermelho, de querer como eu te quero, mais que o fogo quer a madeira. Liberto-te do meu abraco eterno, daquele a que te entregavas naqueles primeiros dias, aquele em que eu esperava para te ter e te proteger. Perdooa-me meu amor, nao te farei de peao neste meu xadres a que muitos chamam vida, poucos serao as pecas que te poderam proteger.
Nao mereco o teu amor, minha mulher. Esperei uma vida para te encontrar, e um segundo para te perder, para sem alma ficar, viver nao quero, nao sem ti, Tailin.



Para sempre teu,
Edwin

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